Blábláblá Archives - Corujando - de olho em livros, filmes e novidades literárias
02
fev 2015

Correio em Fotos – O que tive no último mês


Janeiro alimentou meus vícios propriamente, e isto enquanto estou me segurando para não comprar mais livros para a fila. Primeiramente, um dos mais aguardados por mim este ano: A Música do Silêncio, do Patrick Rothfuss, autor de O Nome do Vento e o Temor do Sábio.
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E depois, ainda tem O Diário Secreto de Lizzie Bennet, adaptação em livro da série de YouTube produzida pelo Hank Green sobre Orgulho e Preconceito. Estou bem na vibe Jane Austen ultimamente. Também comprei o livro da Fernanda Torres, o FIM. Por recomendação da querida amiga Bárbara Diana, que tem um gosto tão apurado sobre livros que aderi à recomendação cegamente.

 

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Da querida Nina Spim (Do blog Nina é Uma) comprei Amor nas Entrelinhas e Aquarela – Contos e Crônicas. Ambos são antologias da Editora Andross em que esta escritora pra lá de encantadora – e amiga <3 – tem texto publicado. Não pude deixar de comprar, obviamente. Para quem deseja participar das Antologias da Andross, pode tentar neste link.

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E por fim, a surpresa do meu início de ano: A querida Laís, ou LRDO, do blog LRDO me fez uma daquelas propostas irrecusáveis e agora virou autora parceira aqui do blog. Vocês logo irão conferir a resenha do livro Primeiras Impressões – uma envolvente adaptação de Jane Austen que tive o prazer de ler – uma entrevista com a autora e ainda vão participar de um sorteio, já que ela mandou uma cópia para os leitores do Corujando!

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E é isto aí, pessoal!

05
jan 2015

Charmed #falandodeséries


Alguém falou de Charmed?

Há algum tempo venho bolando e tramando para escrever este post e agora finalmente está aqui, nascendo.

Quem me acompanha, sabe que eu tenho uma série favorita que mora no fundo do meu coração e que eu nunca, nunca, vou me cansar de ver. Isto seria Charmed, mas vamos com calma.

Como conheci esta paixonite? Minha avó – sim, minha querida vozinha – me apresentou a série com a exclamação “você vai adorar!” e eu não pude deixar de conferir o que era. Afinal, minha avó sempre acerta. E lá ia eu, me aventurar com uma série no canal 91 que começou em 1998. Sempre adorei histórias que envolvessem bruxas, seres sobrenaturais e magia e o resultado não poderia ser mais que amor a primeira vista!

Charmed significa “Encantadas”, para o caso, e se refere as três irmãs que vou apresentar jajá.

Prue, Piper e Phoebe nasceram em San Francisco e voltam a morar juntas depois de adultas – já que Phoebe, a caçula, havia saído de casa um tempo antes.

Prue (Shannen Doherty) tem seus atritos com a irmã mais nova, e acaba sempre para Piper (Holly Marie Combs) se meter no meio das tensões. Porém, ao voltar para casa, Phoebe (Alyssa Milano) encontra a porta do sótão destrancada, uma porta que nunca havia entrado. Ao desbravar, descobre um livro e acaba lendo um dos textos que depois ela descobre ser um feitiço.

Cada uma recebe, então, um poder. Prue, a primogênita, recebe o dom da telecinese. Piper, a filha do meio, consegue parar o tempo. E Phoebe, com um poder passivo, é capaz de ter premonições.

Acontece que elas não são bruxas quaisquer. Elas são as Encantadas. Eu disse As Encantadas? Possuem grandes responsabilidades para manter o bem sempre a frente, sempre firme ante a ameaças como demônios, bruxos do mal, fantasmas e toda a sorte de malvadezas que o inferno puder cuspir para a Terra.

As três irmãs então descobrem sua herança de bruxas e começam aquele árduo trabalho das forças da bondade. Charmed tem 8 temporadas – e acho que devia ter mais! Só acho! – e teve o seu fatídico final em 2006.



E essa é minha cara de ai-como-adoro-ver-essa-delícia-de-série

Mas Charmed não é só mais uma série com mulheres que derrotam os caras do mal de salto alto e frente única sem desarrumar um fio de cabelo. É uma série sobre conquistas, sobre o aprendizado que vem da derrota, o amor a família e sobre amizade que supera barreiras e tombos.

Naturalmente, ao longo de oito temporadas, entra personagem, sai ator, morre um aqui e um lá, um destino cruel deste lado para esse cara que falta aos ensaios sumir da série, um destino bacana para aquele cara porque já cansaram de vê-lo nos ensaios… Como toda grande série. A questão é a essência que fica. Essência que nunca vou cansar de ver – e rever, e ver de novo, porque é isto que eu faço com Charmed.

Muitos romances, aventuras, intrigas, apertos, filhos, maridos, parentes perdidos… Completo meu post com a recomendação: deguste. É velhinha, os efeitos especiais podem não ser tão fodasticos como os de hoje, mas é uma história incrível disfarçada com pouca audiência dentro de uma casa rosa, que também é o Nexus.

Ok, vou parar por aqui. Para quem quiser, deixo a abertura aqui em baixo:

Existem várias enciclopédias online de Charmed por aí! Para os curiosos, minhas fontes: x o x
(E você pode assistir a série inteira no NetFlix! Ip Ip Urra! Além de comprar lá na Saraiva as temporadas por um preço campeão – já dizia meu avô.)


02
nov 2014

Humans of New York


Humans of New York foi uma descoberta maravilhosa. A página, criada por Brandon começou em 2010 inicialmente com fotografias dos passantes desta cidade e se desenvolvendo para pequenas entrevistas além das fotos. Ninguém poderia imaginar quantas riquezas de histórias e quotes poderia surgir de pessoas que nos passariam despercebido pela rua.

O projeto mostra, principalmente, o que tem de humano e fantástico em cada pessoinha daquela rua movimentada que você nunca parou para considerar a importância.

Vou colocar uma das imagens que vi recentemente como exemplo, mas o mais importante da página é, justamente, ver a beleza e a profundidade onde, num primeiro olhar, qualquer simplesmente ignoraria.

Não deixe de curtir a página neste link.


“I’d have been a great mother, but we met too late for that. I didn’t meet him until I was 42. It was the first time either of us had been married.”
“How’d you meet?”
“I was with some friends in the park one day. I’d recently stopped dating a sociopathic nut ball, and I’d just gotten out of therapy, so I was feeling pretty adventurous. He rode by on a bike, and stopped for a moment to listen to a band that was playing. My friend bet me $5 that I wouldn’t go talk to him. He was wearing a blood donor shirt that said: ‘Are you my type?’ So I walked straight up to him and said: ‘Yes I am.'”

Tradução livre: “Eu teria sido uma boa mãe, mas nos conhecemos muito tarde para isto. Eu não o conheci até os meus 42 anos. Foi a primeira vez que cada um de nós tinha se casado.”

“Como se conheceram?”

“Eu estava com alguns amigos no parque um dia. Eu tinha recentemente parado de namorar um sociopata sociopathic nut ball (ok, o que diabos isso significa?), e eu tinha acabado de sair da terapia, por isto estava me sentindo bem aventurosa. Ele estava andando de bicicleta e parou por um momento para escutar a banda que estava tocando. Meu amigo apostou comigo $5 que eu não iria conversar com ele. Ele estava usando uma blusa de doador de sangue que que dizia: “Você é o meu tipo?” e então eu fui direto até ele e disse: ‘Sim, eu sou.'”

E seguindo a mesma linha temos, incrivelmente, a página Humans of Belo Horizonte! Que amor ver este projeto na minha cidade do pão de queijo. Apaixonante em gênero, número e grau!

Vocês podem ver o link aqui. Mas vou deixar um exemplo dos nossos lindos Belo Horizontinos.

“Mas eu não tenho nada para contar…”

“Imagina. Todo mundo sempre tem algo para ensinar.”

“Então eu vou aprender com vocês.”

Não deixem de conferir estas bonitezas!

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